segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O Golpe de Estado de 11.09.2001 (continuação)


Adriano Benayon * – 26.09.2011


(continuação de “Dez Anos do 11.09.2001”)

Antes de expor para que a oligarquia financeira mandou destruir as Torres Gêmeas (WTC), em Nova York, e avariar o Pentágono, em Washington, concluamos a demonstração de que os autores só podiam ser dos aparelhos de segurança e militar do governo dos EUA.

2. Isso emerge de dezenas de documentos. Em um filme de 49’, produzido na Itália, de que participa o prêmio Nobel Dario Fo, falam peritos, na maioria estadunidenses, em engenharia, física, materiais, aeronáutica e segurança.

3. Um sobrevivente, que trabalhava no 84º andar da Torre Sul, quando do impacto de um avião poucos andares abaixo, conseguiu descer ao térreo, passando pelos andares com fumaça, e diz que tudo parecia normal, até com luzes e sistema de ar.

William Rodriguez
4. Muitas testemunhas, como o heróico porteiro William Rodriguez, ouviram as explosões da implosão, 55 minutos após o choque do avião.  O Prof. Ray Griffin refere pessoas que ouviram “bangs” das explosões e foram atiradas ao solo.

5. Quando do choque, a Torre sacudiu, mas voltou ao lugar. Foi desenhada e edificada para suportar impactos, como confirma o construtor dela, Frank de Martin.

6. Ademais, o filme mostra a Torre Windsor, em Madrid, que, em 2005, ardeu, durante 30 horas, tendo as estruturas metálicas ficado de pé após o incêndio.

7. Tudo isso evidencia o ridículo da versão oficial, o relatório do NIST, segundo o qual as Torres desabaram em função do calor do incêndio causado pelo avião.

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Steven Jones
8. Não bastasse, o professor emérito de física, Steven Jones, e outros experts esclarecem que só a 1.000 graus de calor se derretem estruturas metálicas, enquanto a queima do combustível de avião não gera sequer 300 graus.

9. Kevin Ryan, ex-diretor do Underwriters Labs,  foi demitido por ter provado que as amostras salvas de andar atingido pelo incêndio tinham temperaturas muito baixas, e que o NIST fraudou os parâmetros da análise, dobrando o tempo de  exposição ao fogo.

10. O perito em metalurgia Paolo Marin atesta que a Torre caiu “como se não houvesse sequer resistência do ar”: se ela não tivesse  sido pulverizada, não poderia desabar na vertical e em 7 segundos. Isso ocorreu devido a explosivos de uso militar, a ponto de não terem sobrado nem pedaços de móveis, computadores e corpos das vítimas.

11. O governo fez retirar os destroços antes de qualquer investigação, e pedacinhos do aço das estruturas derretidas foram exportados à China.  Mas, três semanas depois, foi retirado do local material com thermite, explosivo composto por alumínio, óxido de ferro e enxofre, capaz de causar a fusão de colunas de aço,  comprovando a implosão controlada e acionada por rádio, como confirma William Cristison, ex-CIA.

12. Como a Torre foi atingida por um avião, e a manobra é impossível com Boeings 757, não se sabia o que a tocou. O filme mostra um avião da Força Aérea, certamente teleguiado.

13. Em 12.07.2006, o general Albert Stubblebine, ex-Comandante-Geral do Comando de Inteligência e Segurança do Exército dos EUA (INSCOM) definiu o 09.11 como farsa: “o buraco no Pentágono teve 5 metros de largura, e a envergadura de um Boeing tem 38 metros: simplesmente não encaixa!” “Nem sequer restos de motores foram encontrados”.

Para quê

14. Demonstrado como e quem, falta para que. A oligarquia financeira tem um só objetivo: concentrar poder, e a guerra é um dos meios para isso. Assim, inventou a estória do sequestro dos Boeings para inculpar “terroristas islâmicos” e justificar as agressões ao Afeganistão e ao Iraque.

15. Havia planos para controlar o Afeganistão, rota de hidrocarburantes da Ásia Central, e o Iraque, dono de enormes reservas de petróleo, além de estender as intervenções militares a mais países islâmicos.

16. As potências anglo-americanas, a França, a Rússia etc. haviam, anos antes, fornecido ao Iraque todo tipo de armamentos, inclusive armas químicas, para a  guerra contra o Irã, que, mesmo assim, não foi vencido.

17. Depois, os anglo-americanos fizeram a intervenção genocida sobre o Iraque, em 1990-91, usando quantidade incrível de bombas com pontas de urânio.

18. Apesar da terrível destruição sofrida, Saddam Hussein não perdeu o controle do Iraque e adotou políticas favoráveis a seu país, inclusive deixando de vender petróleo por dólares.

19. Em seguida ao 11.09.2001, os EUA e seus aliados  realizaram agressões imperiais ao Afeganistão e ao Iraque, abusando  de mais mentiras, como acusar esse país de ter “armas de destruição de massa” (que as potências imperiais têm em doses inimagináveis). Tal falsidade prevaleceu até contra as verificações de inspetores das Nações Unidas.

20. O golpe das Torres Gêmeas serviu para anular a resistência dentro dos EUA - e reações em outros países - àquelas agressões, que completaram a destruição das instituições, inclusive culturais e milenares do Iraque, além de causar vítimas na casa dos milhões.

21. Rememorados a cada ano com enorme dramatização pela mídia, os “ataques” de 11.09 permitiram, ainda, radicalizar  o Estado policial nos EUA e continuam servindo de pretexto para mais intervenções: na  Somália, no Iêmen e em outros países. Faz também que desinformados aplaudam o latrogenocídio cometido contra a Líbia.

22. Ao final dos mandatos de Bush, os EUA mantinham tropas especiais em 60 países, como planejado antes de 2001. Com Obama, esse número chega a 75. O desastre na economia é acompanhado por crescente belicismo.

23. A oligarquia não lança guerras para dinamizar a economia - o que aconteceu, provavelmente por acaso - na época da 2ª Guerra Mundial. Ademais, hoje, a guerra emprega muito mais equipamento que gente.

24. O objetivo da oligarquia é  implantar sua tirania em âmbito mundial. Para isso tem concentrado poder financeiro em grau inimaginável, o que acarreta a depressão da economia produtiva e acentua as dificuldades e a impotência dos dominados.  Calcula que quanto maior essa impotência, mais poderá avançar na escravização da humanidade.

25. Nesse processo, a oligarquia tirânica assenhoreia-se, com exclusividade, também dos recursos reais: minérios preciosos e estratégicos, energia, água e terras agricultáveis.

26. A busca do controle sobre a energia explica a escolha dos “terroristas” islâmicos como objeto da demonização, já que o petróleo abunda sob terras muçulmanas.

27. As monarquias totalitárias inventadas pelos britânicos (Arábia Saudita, Coveite, Catar, EAU, Bahrein etc.) não são problema para a oligarquia anglo-americana, uma vez que entregam petróleo em troca de dólares e os aplicam principalmente no exterior. Não são  sequer países: não têm população assentada em terras, mas só cidades entre o deserto e o mar, urbanizadas com dinheiro do petróleo, técnicos e trabalhadores importados.

28. Nesses lugares a CIA, o M-16 e outros serviços secretos não fomentam, nem financiam nem armam “rebeldes”, cuja proteção “humanitária” serve de pretexto para intervenções, como sucedeu com a Líbia.

29. O Irã é um país de verdade, e por isso os imperiais o consideram do “Eixo do Mal”.  Saddam Hussein, no Iraque, e Muamar Gaddafi, na Líbia, investiram internamente recursos do petróleo, além de pretender vendê-lo em moedas que não o dólar.

30. A guerra, no caso, serve aos objetivos de assegurar acesso ao petróleo, em condições coloniais, e de assegurar sobrevida ao dólar, moeda que, de outro modo, já estaria fora de uso como divisa internacional, devido ao caos financeiro e orçamentário dos EUA.

31. Visa também a fomentar a indústria de armamentos e investir nesta como instrumento de poder e gerador de divisas, o único setor com balança comercial positiva, outra ajuda ao dólar em vias de colapso.

32. O Brasil é o país mais bem dotado em minérios preciosos e estratégicos, energia, água e terras agricultáveis. Econômica e politicamente controlado, de modo cada vez mais intenso, desde 1954, seus inestimáveis recursos vão sendo saqueados sob os olhares negligentes ou benignos dos três Poderes da República.

33. Por isso, a intervenção permanente que sofre dos serviços secretos das potências imperiais prescinde, desde 1964,  da participação direta de forças militares norte-americanas.

34. Fica o Brasil sem perspectiva de independência real, enquanto não se liberar do subdesenvolvimento programado que lhe é imposto através do domínio de empresas transnacionais sobre sua economia. Está, assim,  destituído do controle sobre tecnologias estratégicas, como os chips da eletrônica.

35. Sem indústria nacional, manietada e dizimada desde a instituição de subsídios às transnacionais, desde 1954, o Brasil carece de armamentos essenciais à sua defesa. Apesar de seu tamanho territorial e populacional, está tão sujeito a intervenções militares imperiais, como o Afeganistão ou a Líbia. Se isso não está em pauta é porque não há resistência ao saqueio dos recursos do País.


*  - Adriano Benayon é Doutor em Economia e autor de “Globalização versus Desenvolvimento” abenayon.df@gmail.com

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Dez anos do golpe nos EUA


Adriano Benayon * - 11.09.2011

Há dez anos foi perpetrada a implosão das Torres Gêmeas em Nova York. No mesmo dia foi lançado míssel sobre uma ala do Pentágono, em Washington.

2. Está comprovado – exceto oficialmente, é claro - que esses crimes só podem ter sido mandados cometer por gente com poderes sobre as forças de defesa e segurança dos EUA, com autoridade sobre o território dos EUA, tendo à disposição recursos materiais e tecnológicos dos mais avançados.

3. Que isso surpreenda a maioria das pessoas ilustra o poder tirânico da oligarquia financeira anglo-americana, que controla a grande mídia e os formadores de opinião que a esta têm acesso. Demonstra, ademais, que essa oligarquia está obtendo os resultados da desinformação massiva e os do abaixamento do nível cultural, dos valores éticos e da capacidade de discernimento dos povos, que promove,  desde há mais de um século, em escala crescente, para submeter a humanidade á sua tirania.  

4. Atentemos para os esclarecimentos da Associação Arquitetos e Engenheiros pela Verdade, formada nos EUA por 1.500 engenheiros e arquitetos, acessíveis em http://www.truth-out.org/

5. Em vídeo, mais de 20 engenheiros e arquitetos, altamente qualificados, expõem, com  clareza, que as torres gêmeas - e o prédio ao lado,  o WTC -  ruíram verticalmente, em 7 segundos, por meio de implosão perfeita. O engenheiro brasileiro Thomas Fendel assinala que implosões convencionais não conseguem isso, nem em sonho.

6. A implosão realizada só podia ser feita por pessoal especializado e  preparada durante meses. Têm de ser calculados os locais onde os explosivos de extraordinário poder calorífero (nanothermite) são colocados. Essa técnica fez derreter as vigas de aços especiais, sem o que as torres não cairiam como caíram.  Foram literalmente pulverizadas, algo impossível sem essa técnica, à luz das leis da física elementar, como lembra Fendel.

7. Em 14.09.2009, o Prof. David Ray Griffin publicou artigo "The Mysterious Collapse of WTC Seven - Why NIST’s Final 9/11 Report is Unscientific and False” (Porque o Relatório Final do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia sobre o 11/9 é falso e não-científico). Cito:Um relatório de cientistas, inclusive o quimico Niels Harrit da  Universidade de Copenhague, mostrou que a poeira do WTC continha nanothermite, explosivo de alto poder – diferente da thermite ordinária, que é só incendiária. O relatório, assinado, entre outros, por Steven Jones e Kevin Ryan, só foi publicado em 2009.”

8. Como consta do site dos engenheiros pela verdade, o coronel-aviador Razer, da Força Aérea dos EUA, está 100% convencido de que as três torres do WTC foram destruídas por demolição controlada, implodidas com explosivos. Ele é um dos pilotos de maior experiência, no mundo, em todo o tipo de aviões, e em matéria de destrução de edifícios de aço e concreto.  Para Razer está claro que a implosão não foi orquestrada por um bando de amadores muçulmanos liderados por um sujeito metido numa caverna no Afeganistão (Bin Laden).

9. Ademais, só pessoas autorizadas podiam ter acesso às Torres, para realizar o serviço, o que, claro, não inclui islâmicos desempregados, que mal falam inglês e não têm como obter visto de entrada nos EUA (os brasileiros que fazem fila nos Consulados norte-americanos conhecem as  exigências).

10.  Os islâmicos acusados pelo atentado, presos e torturados, jamais teriam: 1) formação, especialização e experiência para montar e realizar a implosão; 2) acesso aos edifícios conduzindo explosivos (nem eles, nem qualquer pessoa sem o respaldo dos serviços inteligência do governo dos EUA); 3) sequer a possibilidade de ingressar nos EUA sem o patrocínio desses serviços; 4) a menor condição de pilotar os aviões nas manobras para atingir as Torres, com cursinhos de piloto na Flórida no esquema montado pela CIA de recrutar os bodes expiatórios.

11. Pilotos profissionais e experimentados, de jatos como os Boeing 754, afirmaram que nem eles conseguiriam fazê-lo. Como os aviões bateram nas torres é pergunta que fica no ar. Telecomando? Não sei.

12. Conforme peritos, o calor gerado por queima do carburante de  aviões não é, nem de longe, capaz de fazer derreter as estruturas dos andares atingidos, para nem falar dos demais, e tudo ruiu em bloco.  Além disso, ruiu também o WTC 7, sem ter sido tocado por qualquer aeronave.

13. Outro ponto é o seqüestro dos aviões: como tudo foi facilitado desde ao aeroporto etc. Mais notável: os radares da Força Aérea dos EUA detectam o desvio de rota de qualquer avião e têm procedimento padrão para fazer imediatamente decolar seus caças supersônicos. Não corrigida a rota, depois do aviso, os pilotos dos caças o abatem.

14. Por que o desvio durou quase uma hora, até que os aviões se chocassem com as Torres Norte e Sul? Claro que os pilotos da Força Aérea receberam ordens para não sair do chão.

15. Isso se relaciona com a única das nove questões básicas da Comissão de Cidadãos dos EUA, respondida pelo governo estadunidense: “Everyone ‘goofed’ that day, according to the Bush administration and the 9/11 Commission (todos bobearam, segundo a administração Bush e a comissão oficial).

16. Por essa resposta pode-se, sem muita ironia, dizer que  o governo dos EUA nem precisa responder as demais. Se ele tivesse alguma seriedade e dissesse a verdade, os militares e civis responsáveis, no melhor dos casos, pela injustificável negligência teriam de ser submetidos a corte marcial e exemplarmente punidos.

17. Mas que aconteceu? Eles foram promovidos. Como não supor que foram recompensados? Por que? Por terem sido cúmplices, cumprindo ordens contrárias aos regulamentos, às Leis e à Constituição de seu país. Pior que isso: ordens de traição a seu país, a não ser que se confundam os EUA com a oligarquia financeira que ali exerce sua tirania.

18. Eis, a seguir, perguntas da Comissão de Cidadãos dos EUA (omito as de ns. 5 e 7 por pouco acrescentarem ao dito acima):

1. Como poderiam ser sequestrados quatro aviões comerciais, que voaram no espaço aéreo dos EUA durante até 46 minutos sem envolvimento militar?

2. Como dois aviões comerciais poderiam causar implosão semelhante à das demolições planejadas nos dois edifícios mais altos do mundo, dotados de estruturas de aço?

3. Como o FBI identificou os 19 “sequestradores árabes”, se nenhum nome árabe aparece na lista de pasageiros nem da de triplutantes em qualquer das aeronaves?

4. O trabalho rápido do FBI em identificar os 19 “sequestradores” e a rede Al Qaeda de Bin Laden (sem provas) não sugere que o governo tinha conhecimento prévio de um ataque?

6. Por que empreiteiros começaram a retirar destroços antes de os investigadores estudarem a cena do crime?

8.  Por que não foram achadas partes do Boeing 757 - asas, fuselagem, trem de aterrissagem, motores? Por que não havia restos de passageiros nem de suas bagagens?  

9. Dúzias de câmeras de vigilância dentro e fora do Pentágono teriam gravado imagens de alta qualidade do que aconteceu. Por que nenhuma foi usada como prova para sustentar a teoria governamental do Boeing 757?

19. Em razão do que precede e à luz do que o governo dos EUA fez após os fatos de 11 de setembro de 2001, é lícito concluir que eles foram um golpe de Estado de terríveis consequências para quem mora nos EUA ou ali vai, e ainda piores no exterior. Isso será objeto de outro artigo.

20. Desde já, diga-se que o povo dos EUA  vem sendo aterrorizado e ludibriado. Com a aprovação da Lei Patriot II (a Patriot I o fora na época de Clinton, após outro atentado), foi ainda mais radicalizado o estado policial, podendo ser presa qualquer pessoa sem ordem judicial,  em função de simples suspeita por parte dos órgãos de segurança.

21. Que dizer dos países vitimados pelas bombas de urânio que  mísseis e aviões dos EUA e de seus satélites lançaram, em seguida, no Afeganistão e logo no Iraque, depois em outros países e recentemente na Líbia, destruindo infra-estruturas e matando mais de um milhão de pessoas?


* - Adriano Benayon é Doutor em Economia. Autor de “Globalização versus Desenvolvimento”, editora Escrituras. abenayon@brturbo.com.br

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Armas silenciosas de Controle Global "O governo mente"


Armas Silenciosas para Guerras Discretas

Este documento é tão importante que o copiei na íntegra, não vá o original desaparecer da net. Farei a tradução para português do seu conteúdo mais relevante. Não irei traduzir a parte relativa ao modelo económico apresentado, por não a considerar relevante. No entanto, o original em inglês contém o documento na íntegra.
Pode vê-lo, na sua língua original, o inglês, aqui e fazer o seu download aqui.
Foi extraído de um livro, Behold a Pale Horse, uma referência ao quarto cavaleiro do Apocalipse, de William Cooper, editado em 1991. O livro foi feito exclusivamente para tornar público este documento.
A sua origem é estranha. Trata-se de um documento secreto que apareceu numa máquina de fotocópia em 7 de Julho de 1986, comprada em segunda mão para o aproveitamento de peças por um funcionário da Boeing. Pessoalmente, considero esta uma história de cobertura para proteger a pessoa que divulgou este documento.
De qualquer modo, o FBI identificou o autor desta quebra de segurança, e este encontra-se presentemente preso numa penitenciária federal por divulgação de segredos de estado.
Lemos no seu prefácio: "relativamente ao manual de treino, pode reparar que removemos as notas marginais do aluno do Centro de Treino da CIA, mas posso assegurar-vos que o manual é autêntico, e foi impresso para introduzir o aluno na conspiração. Foi autenticado por quatro analistas de Inteligência Militar. Um deles, recentemente reformado, quer que o documento seja divulgado por todo o mundo. Outro trabalha ainda como engenheiro electrónico para o Governo Federal, e tem acesso a toda a série de manuais. Outro está estacionado no Havaí, e tem o mais alto código de segurança da Inteligência Naval, e o outro, que ensina numa universidade, mas que trabalhou para a CIA, e quer sair antes que o machado caia em cima dos conspiradores."
TOP SECRET
Silent Weapons for Quiet Wars
Manual Técnico de Pesquisa Operacional, TM-SW7905.1

Bem Vindo a bordo

Este manual celebra o 25º aniversário da Terceira Guerra Mundial, chamada a "Guerra Discreta", conduzida através do uso de armas biológicas subjectivas, travada com "armas silenciosas".
Este manual contém uma descrição introdutória desta guerra, as suas estratégias e as suas armas.

Classificação de Segurança

É praticamente impossível discutir engenharia social ou a automação da sociedade, i.e., o projecto de sistemas de automação social (armas silenciosas) a nível nacional ou mundial sem deduzirmos extensos objectivos de controlo social e destruição da vida humana, i.e., escravidão e genocídio.
Este manual é em si uma declaração de intenções similares. Deve, portanto, ser mantido fora do escrutínio público. De outro modo, poderia ser reconhecido como uma declaração formal de guerra doméstica. Além disso, sempre que uma pessoa ou grupo de pessoas em posição de poder e sem o conhecimento público recorrer a estes métodos e metodologias para a conquista económica - deverá ser entendido que existe uma guerra de facto entre esta pessoa ou grupo de pessoas e o público.
A solução para os problemas de hoje requerem uma abordagem franca, sem quaisquer escrúpulos religiosos, morais ou culturais.
Você qualificou-se para este projecto graças à sua capacidade de olhar fria e racionalmente para a sociedade humana, e de no entanto analizar e discutir com os seus pares intelectuais sem perder discrição ou humildade. Tais virtudes são praticadas no seu melhor interesse. Não se desvie delas.

Introdução histórica

A tecnologia de armas silenciosas evoluiu do Operations Research (O.R.), uma metodologia táctica e estratégica desenvolvida sob o governo militar em Inglaterra durande a Segunda guerra Mundial. O objectivo original do Operations Research era estudar os problemas táticos e estratégicos de defesa aérea e terrestre com o objectivo de usar efectivamentes os recursos militares contra inimigos estrangeiros (i.e. logísticos).
Aqueles no poder cedo reconheceram que estes mesmos métodos seriam úteis para controlar totalmente uma sociedade. Mas eram precisas melhores ferramentas.
A engenharia social (a análise e automação de uma sociedade) requer correlações de grandes quantidades de informações económicas em constante mutação, de maneira que um sistema computerizado de análise de dados de alta velocidade era necessário, capaz de se manter à frente da sociedade e predizer o momento da capitulação.
Os computadores de relés eram demasiado lentos, mas o computador electrónico, inventado em 1946 por J. Presper Eckert e John W. Mauchly, mostrou estar à altura.
O próximo passo decisivo foi o desenvolvimento da programação linear simplex em 1947 pelo matemático George B. Dantzig.
Então em 1948, o transistor, inventado por J. Bardeen, W.H. Brattain e W. Shockley, prometeu uma grande expansão dos computadores reduzindo espaço e potência necessária.
Com estas três invenções sob seu controlo, aqueles ocupando o poder tinham fortes suspeitas de que era possível controlar todo o Mundo com um simples apertar de botão.
Imediatamente, a Fundação Rockefeller assume a liderança concedendo um subsídio à Universidade de Harvard, criando o Projecto de Investigação Económica de Harvard para o estudo da estrutura da eonomia americana. Um ano depois, em 1949, a Força Aérea dos Estados Unidos aderiu ao projecto.
Em 1952 os quatro anos do susbsídio terminaram, e foi efectuada uma reunião de alto nível para determinar a próxima fase da investigação de operações sociais. O projecto de Harvard tinha sido muito frutuoso, tal como podemos constatar na publicação de alguns dos seus resultados em 1953 sugerindo a viabilidade de engenharia social (económica). (Estudos sobre a estrutura da economia americana - copyright 1953 por Wassily Leontief, International Science Press, Inc., White Plains, New York).
Projectada na segunda metade da década de 1940, a nova máquina de Guerra Silenciosa era uma das "jóias da coroa" em 1954.
Com a construção do maser em 1954, a promessa do surgimento de energia ilimitada graças à energia de fusão usando o hidrogénio da água do mar e a consequente disponibilidade de poder social ilimitado era uma possibilidade a apenas algumas décadas de distância.
A combinação era irresistível.
A Guerra Silenciosa foi discretamente declarada pela Elite Internacional numa reunião celebrada em 1954.
Apesar de o sistema de armas silenciosas ter sido quase exposto 13 anos depois, a evolução do novo sistema de armamentos nunca sofreu nenhum revés sério.
Este volume marca do 25º aniversário do começo da Guerra Silenciosa. Esta guerra doméstica já teve muitas vitórias em muitas frentes por todo o mundo.

Introdução Política

Em 1954 aqueles ocupando posições de autoridade sabiam que seria apenas uma questão de tempo, poucas décadas apenas, até que o público em geral fosse capaz de prejudicar a estrutura de poder, porque os próprios elementos da nova tecnologia de armamento silencioso seria tão acessível para uma utopia pública como para providenciar uma utopia privada.
A questão principal, a do domínio, girava em torno das ciências energéticas.

Energia

Reconhece-se que a energia é a chave de toda a actividade na Terra. As Ciências Naturais são o estudo dos recursos e o controlo da energia natural, e a Ciência Social, expressa teoricamente como economia, é o estudo dos recursos e controlo da energia social. Ambas são sistemas de contabilidade: matemática. Portanto, a Matemática é a Ciência Energética Principal. E a contabilidade pode ser suave desde que o público seja mantido ignorante da metodologia da contabilidade.
Toda a Ciência é apenas um meio para atingir um fim. O meio é conhecimento. O fim é controlo. Para além disto, resta apenas uma questão: quem é o beneficiário?
Em 1954 esta era a principal preocupação. Apesar de terem sido invocados os assim chamados "princípios morais", em função da lei de selecção natural foi ponto assente que uma nação ou mundo de pessoas que não são capazes de usar a sua inteligência não são melhores que animais que não possuem inteligência. Essas pessoas são bestas de carga e bifes de mesa por escolha e consentimento.
Consequentemente, no interesse da futura ordem mundial, paz e tranquilidade, foi decidido travar uma guerra silenciosa contra o público americano com o objectivo final de transferir permanentemente a energia natural e social(riqueza) dos muitos indisciplinados e irresponsáveis para as mãos dos poucos merecedores, auto-disciplinados e responsáveis.
Para implementar este objectivo, era necessário criar, possuir e aplicar novas armas que, tal como se viu, era um tipo de armas tão subtil e sofisticado no seu princípio operacional e exposição pública que mereceram o nome de "armas silenciosas".
Em conclusão, o objectivo da pesquisa económica, tal como foi conduzida pelos magnatas do capital (banca) e as indústrias de produtos (produtos) e serviços, é o estabelecimento de uma economia completamente previsível e manipulável.
Para estabelecer a total previsibilidade da economia, os elementos da classe social inferior deverão ser colocados totalmente sob controlo, i.e., devem ser domados, treinados, e ser-lhes colocada a canga e deveres sociais a longo prazo o mais cedo possível, antes que tenham oportunidade de questionar a validade da questão. Para atingir tal conformidade, a unidade famíliar da classe inferior deve ser desintegrada por um processo de aumentar a preocupação nos pais e instauração de creches governamentais para acolher as crianças assim tornadas órfãs ocupacionais.
A qualidade da educação para a classe inferior deve ser a pior possível, para que o ambiente de ignorância isolando a classe inferior da classe superior seja incompreensível para a classe inferior. Com um tal handicape inicial, mesmo indivíduos espertos da classe inferior não terão qualquer esperança de se libertarem da sua condição. Esta forma de escravatura é essencial para manter alguma ordem social, paz e tranquilidade para a classe superior reinante.

Introducão Descritiva da Arma Silenciosa

Uma arma silenciosa é capaz de tudo o que se pode esperar de uma arma normal, mas apenas no seu modo próprio de funcionamento.
Dispara situações, em vez de balas; propulsada por processamento de dados, em vez de uma reacção química (explosão); originada por bits de dados, em vez de grãos de pólvora; disparada de um computador, em vez de uma arma; operada por um programador de computadores, em vez de um pistoleiro; sob as ordens de um magnata bancário, em vez de um general militar.
Não faz barulhos explosivos óbvios, não causa qualquer ferimento físico ou mental óbvio, e não interfere abertamente na vida social de cada um.
No entanto faz um "barulho" característico, provoca danos físicos e mentais característicos e interfere caracteristicamente na vida social diária, i.e., característico para um observador treinado, aquele que sabe sobre o que procurar.
O público não pode compreender esta arma, e portanto é incapaz de acreditar estar a ser atacado e subjugado pela arma.
O público pode sentir instintivamente que algo está errado mas, por causa da natureza técnica da arma silenciosa, não consegue exprimir o seu sentimento de uma maneira racional, ou agir sobre o problema de modo inteligente. Portanto, não sabe como pedir ajuda, e não sabe como se juntar aos outros para se defenderem contra ela.
Quando uma arma silenciosa é aplicada gradualmente, o público ajusta-se/adapta-se à sua presença e aprende a tolerar os seus efeitos na sua vida até que a pressão (psicológica através da economia) se torna grande demais e o público quebra.
Portanto, a arma silenciosa é um tipo de guerra biológica. Ataca a vitalidade, opções, mobilidade dos indivíduos de uma sociedade, por conhecer, compreender, manipular e atacar as suas fontes naturais e sociais de energia, e as suas forças e fraquezas físicas, mentais e emocionais.

Introducão Teórica

Dêem-me controlo sobre a moeda de uma nação, e não me importo sobre quem faz as leis - Mayer Amschel Rothschild, 1743 - 1812)
A tecnologia das armas silenciosas de hoje é o desenvolvimento de uma ideia simples descoberta, expressa sucintamente e aplicada efectivamente por Mayer Amschel Rothschild. O Sr. Rothschild descobriu o componente passivo em falta da teoria económica conhecido como a indutância económica. Ele, claro, não pensou na sua descoberta nestes termos do século XX, e, claro, a análise matemática teve de esperar pela Segunda Revolução Industrial, o surgimento da teoria da mecânica e da electrónica, e, finalmente, a invenção do computador electrónico, antes que pudesse ser aplicada efectivamente no controlo da economia mundial.
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A Descoberta Energética do Sr. Rothschild

O que o Sr. Rothschild descobriu foi a aplicação à economia do princípio básico do poder, influência e controlo sobre as pessoas. Este princípio é "se assumir a aparência do poder, as pessoas brevemente lho darão".
O Sr. Rothschild descobriu que a moeda ou empréstimos bancários tinha a aparência de poder requerida que poderia ser usada para induzir as pessoas (inductância, com as pessoas a corresponder a um campo magnético) a abrir mão da sua riqueza pela promessa de uma riqueza maior (em vez de uma compensação real). As pessoas penhoravam bens reais em troca de um empréstimo ou notas promissórias. O Sr. Rothschild descobriu que podia emitir mais notas do que a cobertura que tinha, desde que tivesse o depósito de ouro de alguém como um elemento persuasor para mostrar aos seus clientes.
O Sr. Rothschild emprestava as suas notas promissórias para indivíduos e governos. Isso criava confiança excessiva. Então, tornava o dinheiro raro, apertava o controlo sobre o sistema, e colectava os penhores através da aplicação dos contratos. O ciclo era então repetido. Estas pressões podiam ser usadas para provocar uma guerra. Então ele controlava a disponibilidade de dinheiro para determinar quem iria ganhar a guerra. Aquele governo que aceitasse dar-lhe o controlo do seu sistema económico recebia o seu apoio.
A colecta das dívidas era garantida pela ajuda económica ao inimigo do devedor. O lucro derivado desta metodologia económica tornou o Sr. Rothschild mais capaz de expandir a sua riqueza. Ele descobriu que a ganância pública permitiria aos governos a emissão de moeda para além dos limites (inflação) das reservas em ouro ou da produção de bens e serviços.

Capital Aparente como um Indutor de "papel"

Nesta estrutura, o crédito, apresentado como um elemento puro chamado "moeda", parece ser capital, mas é na realidade capital negativo. Assim, tem o aspecto de um serviço, mas é de facto uma dívida. É portanto uma indutância económica em vez de uma capacitância económica, e se não balanceada de outro modo, será balanceada pelo suprimir da população (guerra, genocídio). O conjunto dos bens e serviços representam o capital real chamado Produto Nacional Bruto, e a moeda pode ser impressa até a este nível e ainda representar capacitância económica; mas moeda impressa para além deste nível é subtractiva, representa a intrudução de uma indutância económica, e constitui títulos de endividamento.
A Guerra é portanto o meio de balancear o sistema, matando os verdadeiros credores (o público a quem ensinámos a trocar valor real por moeda inflacionada) e caindo sobre o que quer que sobre dos recursos naturais e regeneração desses recursos.
O Sr. Rothschild tinha descoberto que a moeda lhe tinha dado o poder de rearranjar a estrutura económica em seu próprio proveito, desviando a indutância económica para aquelas posições económicas causadores de maior instabilidade e oscilação.
A chave final para o controlo económico teria de esperar até que houvessem dados suficientes e sistemas computacionais de alta velocidade para manterem uma vigilância sobre as oscilações económicas criadas pelos choques de preços e excesso de energia em créditos de papel - indutância monetária/inflação.

Avanço significativo

O campo da aviação providenciou a maior evolução da engenharia económica através da teoria matemática do tratamento de choque. Neste processo, um projétil é disparado por um avião e a sua explosão no solo provoca ondas de choque monitorizadas por sensores de vibração instalados no avião e ligados a gravadores.
Estudando estes ecos ou reflexões do impulso no avião, é possível descobrir as vibrações críticas na estrutura do avião onde quer as vibrações dos motores ou vibrações eólicas nas asas, ou uma combinação dos dois, podem-se reforçar resultando numa vibração ressonante capaz de destruir o avião. Do ponto de vista da engenharia, isso significa que as fraquesas e pontos fortes da estrutura do avião em termos de energia vibracional podem ser descobertae e manipuladas.

Aplicação na economia

Para usar este método de tratamento de choque na engenharia económica, os preços dos procutos são alterados bruscamente, e a reação do consumo público é monitorizada. Os ecos resultantes do choque económico são interpretados teoricamente por computadores e a estrutura psico-económica é assim descoberta.
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Assim, as consequências de futuros choques podem ser preditas e manipuladas, e a sociedade torna-se num animal autoregulado, sob o controlo de um sistema de contabilidade da energia social regulada por computadores sofisticados.
Eventualmente, cada elemento individual da estrutura ficará sob controlo computerizado através do conhecimento das preferências pessoais, tal conhecimento sendo recolhido por associação das preferências de consumo (código universal de produtos, UPC; códigos de barras nas embalagens) de consumidores individuais (identificados via associação com o uso de cartões de crédito e de futuro permanentemente "tatuados" com um número pessoal invisível a olho nu.

Sumário

A economia é apenas a extensão social de um sistema energético natural. Tem, também, 3 componentes passivos. Por causa da distribuição da riquesa, da falta de comunicação e da falta de dados, este ramo foi o último sistema energético sobre o qual se adquiriu o conhecimento necessário sobre estes 3 componentes passivos.
Uma vez que a energia é a chave de toda a actividade à superfície da terra, de maneira que para atingir o monopólio da energia, matérias-primas, produtos e serviços e estabelecer um sistema mundial de trabalho escravo, é necessário ter capacidade ofensiva no campo económico. Para que a nossa posiçãopossa ser mantida, é preciso assegurarmos para nós o conhecimento da ciência do controlo de todos os factores económicos e sermos os especialistas na engenharia da economia mundial.
Para mantermos a nossa soberania, devemos pelo menos atingir este fim: que o público não faça a conexão lógica ou matemática entre a economia e as outras ciências energéticas ou aprenda a aplicar esse conhecimento.
Isso torna-se cada vez mais difícil de controlar porque mais e mais negócios exigem dos seus programadores informáticos que criem e apliquem modelos matemáticos para a gestão desses negócios.
Será apenas uma questão de tempo até que uma nova geração de programadores ou economistas privados depreendam o alcance das implicações do trabalho começado em Harvard em 1948. A velocidade com que eles possam comunicar o seu aviso ao público dependerá grandemente da efectividade como controlarmos os meios de comunicação, da subversão da educação, e em mantermos o público distraído com assuntos sem importância.
Segue-se uma descrição técnica de um modelo teórico da economia, que não incluirei aqui. Pode consultá-lo no documento original em inglês.
Até agora, aprendemos muito.
  • Que a elite está ao ataque;
  • Que o seu modo de ataque é a manipulação da economia;
  • Que ela declarou guerra ao homem comum;
  • O seu único objectivo é manter a sua posição de elite, nem que seja à custa de escravizar toda a humanidade;
  • Que os meios que a elite aplicam são passíveis de ser aplicados para a criação de uma sociedade livre e utópica;
  • Que a Guerra é um componente fundamental deste domínio;
Podemos agora entender o que se passa no mundo hoje: um ataque à classe média, para normalizar a sociedade no modelo desejado pela elite: um povo uniforme e ignorante.
Vemos também que a maior preocupação da elite é evitar que o povo adquira os meios que está a usar para reduzir a humanidade à escravidão.
Que o mundo não só pode passar sem a elite, mas também que o mundo seria muito melhor sem ela. O seu único objectivo é manter a sua condição de elite.

Créditos:

http://webepronto.com/~verdadeo/SWQW/SWQW.htm

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Eisenhower 50 º Aniversário do Aviso ao Complexo Industrial Militar - a conexão UFO

17 de janeiro de 2011
Michael E. Salla, Ph.D.

Presidente Eisenhower discurso de despedida - 17 de janeiro de 1961
Hoje é o 50 º aniversário da advertência de Eisenhower sobre os perigos colocados pelo complexo militar-industrial, em seu discurso de despedida na televisão em 17 de janeiro de 1961. Foi o mais incomum dos discursos de despedida para um presidente dos EUA, especialmente para um general aposentado cinco estrelas. O que exatamente Eisenhower ter em mente com seu discurso de despedida?Mais importante, o que Eisenhower dizer President-Elect Kennedy sobre o complexo industrial-militar em suas reuniões confidenciais com ele longe de seus funcionários durante o período de transição presidencial? Afinal, as questões que Eisenhower tão preocupado seria transferido para Kennedy. Seria natural que Eisenhower confidencialmente breve Kennedy sobre questões de política externa que ele só poderia aludir vagamente em um discurso público. Isso leva à questão crítica. Será que essas discussões confidenciais longe de funcionários presidencial, desempenhar qualquer papel no que posteriormente aconteceu com Kennedy menos, três anos mais tarde? A maioria dos teóricos do assassinato de Kennedy ignorar qualquer ligação directa entre o discurso de Eisenhower de despedida e do assassinato de Kennedy. A realidade é que existe uma relação directa entre a advertência de Eisenhower do complexo militar-industrial e os atores que conspiraram para eliminar fisicamente Kennedy em 1963. O link em questão foi o controle presidencial executivo sobre tecnologias avançadas associadas ao fenômeno UFO.
Primeiro, vamos começar com discurso de despedida de Eisenhower em si eo aviso que ele deu exatamente cinqüenta anos atrás:
Nos conselhos de governo, devemos precaver contra a aquisição de influência indevida, se procurado ou espontaneamente, pelo complexo militar-industrial. O potencial para a ascensão desastrosa de poder equivocada existe e vai persistir. Nunca devemos deixar que o peso dessa combinação colocar em perigo as nossas liberdades ou os processos democráticos. Nós devemos tomar nada como garantido. Apenas um cidadão atento e experiente pode obrigar a malha adequada das máquinas enormes industrial e militar de defesa com os nossos métodos e metas pacíficos, de modo que a segurança ea liberdade possam prosperar juntas.
Eisenhower destacou a importância de uma "cidadania alerta e bem informados" para assegurar um equilíbrio adequado entre os interesses da segurança nacional e as liberdades pessoais. Claramente, o que Eisenhower tinha em mente era que a cidadania seria suficientemente informados sobre questões de segurança nacional para que o equilíbrio poderia ser alcançado no processo de decisão política. Quando o cidadão privado, juntamente com representantes políticos eleitos e os meios de comunicação de massa não foram informados, o potencial para abuso desastrosa do poder sob o pretexto da segurança nacional existiu. Eisenhower desejada transparência quando ele veio para o processo de segurança nacional, e viu isso como forma de manter um equilíbrio adequado entre segurança e liberdade. Dado passado militar de Eisenhower ea longa familiaridade com a necessidade de sigilo sobre as questões vitais de segurança nacional, é uma declaração extraordinária dele. Então, o que era precisamente isso tão preocupado Eisenhower que tomaria uma posição tão extraordinário em seu discurso de despedida?
Muitos acreditam que o complexo militar-industrial se refere à indústria de armamento enorme desenvolvidos os EUA para alimentar o crescente apetite dos militares dos EUA no policiamento do mundo. Cumprimento Pax América exigiria bombardeiros de longo alcance, aviões, mísseis nucleares e toda uma panóplia de armamentos que seriam construídos por empreiteiros privados e gerar um vasto complexo militar-industrial. Nisto estava o perigo de acordo com a visão convencional, onde muito bem pagos lobistas corporativos iria exercer influência indevida sobre os legisladores e os meios de comunicação de massa para justificar as despesas com armamento mais poderoso. Houve, no entanto, um aspecto mais profundo do complexo militar-industrial que Eisenhower causa acima de tudo. Algo tão velado em segredo que os cidadãos, representantes políticos eleitos, e até mesmo o próprio presidente estava fora do ciclo do processo de decisão política. A questão em causa tecnologias avançadas associadas com os OVNIs.
Visão sobre o pensamento do presidente Eisenhower, em referência ao perigo do complexo militar-industrial foi dada por Steven Lovekin que trabalhou durante a administração Eisenhower e Kennedy na Casa Branca Army Signal Agência e, posteriormente, aposentou-se como um oficial JAG Exército com a patente do coronel. De 1959-1961, Lovekin estava em um grupo de elite da corporação militar, cujo trabalho era manter a integridade dos canais de comunicação Eisenhower. Isso trouxe uma maior proximidade com Eisenhower, que confidenciou a este grupo militar de elite de alguns de seus interesses privados. Isto é como descreve Lovekin preocupações Eisenhower sobre o poder do complexo industrial militar, e sua manipulação do fenômeno OVNI:
Queriamos sentar com ele quando estávamos em Camp David, e ele sabia que todos e cada um de nós pelo nome. Essa foi a grande coisa sobre estar sob ele. Eu era apenas um sargento na época. Eu ainda estava a par de algumas coisas que algumas pessoas não estaria a par de .... Quando ele disse que a principal coisa que temos a temer é o complexo militar-industrial, ele não estava brincando, e tinha o assunto que estamos a falar [OVNIs] em mente. Ele foi bastante claro sobre isso.
Lovekin testemunho é um testemunho que Eisenhower acreditava que o perigo representado pelo complexo industrial-militar estava diretamente relacionada com a gestão do fenómeno OVNI. Em outra entrevista, Lovekin descrito crescente frustração de Eisenhower com a forma como a questão UFO estava sendo administrada:
Essa frustração, pelo que eu lembro, foi sobre por meses. Ele percebeu que estava perdendo o controle do tema OVNI. Ele percebeu que o fenômeno ou o que fosse que fomos confrontados com não ia estar em melhores mãos. Tanto quanto me lembro, que foi a expressão que foi utilizada, "Ele não vai estar em melhores mãos." Isso foi uma preocupação real. E assim acabou por ser ...
Então, se Eisenhower fez reunião privada com Kennedy para avisar sobre a ameaça representada pelo complexo industrial-militar na gestão do assunto OVNI, como isso pode estar relacionado com o assassinato de Kennedy?
Tem havido um grande número de informantes que vieram para a frente para revelar que o presidente Kennedy procurou activamente para ser informado sobre os UFOs, mas foi negado acesso de funcionários sênior da política. Kennedy tentou fazer uma corrida final contra  negaram-lhe o acesso e visitou bases militares para aprender diretamente sobre os projetos classificados e realizados. Kennedy também pede para ser informado por funcionários da inteligência militar que sabiam sobre o assunto OVNI e como e porque ele estava sendo administrado por um grupo de controle da elite. Isto é confirmado pelo aposentado Tenente-Coronel Philip Corso, que trabalhou na administração Eisenhower, e durante a administração Kennedy, alega ter trabalhado em um projeto Top Secret Army às sementes de indústrias civil com tecnologia de OVNIs recuperados. Em uma entrevista, Corso revelou que ele, pessoalmente informou sobre os UFOs a Bobby Kennedy, que transmitiu o que tinha aprendido com seu irmão, o presidente.
Eu tenho escrito em outros lugares sobre as evidências sugerindo que o presidente Kennedy a partir do início de sua administração presidencial, de fato tentava restabelecer a autoridade presidencial direta sobre a gestão do assunto OVNI. Kennedy foi frustrado novamente e novamente. Seu assassinato foi uma conseqüência direta do seu esforço final, e muito mais ousado para recuperar o controle da questão ufológica. Em setembro de 1963, Kennedy propôs espaço articular e missões lunares com a União Soviética. Isso teria exigido um extenso programa de compartilhamento de informações, incluindo dados sobre os OVNIs. Em 12 de novembro de 1963, o premiê soviético Nikita Khrushchev, finalmente, aceitou a oferta de Kennedy. Dez dias mais tarde, Kennedy estava morto.

O discurso (denúncia) de JFK  denunciando as Sociedades Secretas, foi realizado 
em 27 de abril de 1961 no Waldorf-Astoria Hotel - New York City

Os esforços de Kennedy para restabelecer  o controle presidencial do fenômeno OVNI pode ser diretamente rastreadas à advertência do presidente Eisenhower sobre os perigos do complexo militar-industrial, e que Eisenhower, quase certamente, em particular confidenciou-lhe sobre o sistema de gestão em segredo para UFO tecnologia. 50 anos atrás o mundo foi alertado sobre os perigos do complexo militar-industrial. Poucos estão conscientes da medida em que o presidente Kennedy tentou secretamente lidar com o perigo que Eisenhower tinha apenas vagamente descrito no seu discurso de despedida, e a persistência e esforços de Kennedy para atuar decisivamente na advertência de Eisenhower foi diretamente relacionada ao seu assassinato.

Leitura adicional:
Fonte: http://news.exopoliticsinstitute.org/index.php/archives/874
© Copyright 2011. Michael E. Salla. Exopolitics.org

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